Expo de Importação da China 2026: 4.142 empresas querem vender à China

A nona Expo Internacional de Importação da China (CIIE) abre em Xangai em 5 de novembro, com 4.142 expositores estrangeiros e mais de 440 mil metros quadrados. É a feira em que a China compra.

Arranha-céus de Lujiazui às margens do rio Huangpu, em Xangai
Foto: Freeman Zhou / Unsplash

26 de outubro de 2026. De 5 a 10 de novembro, Xangai recebe a nona Expo Internacional de Importação da China (CIIE), feira organizada pelo governo chinês para que empresas estrangeiras vendam no seu mercado. Serão 4.142 empresas estrangeiras de 162 países, regiões e organismos internacionais, segundo a coletiva do Escritório de Informação do Conselho de Estado de 16 de outubro, noticiada pela Yicai e pelo governo de Xangai.

Na Feira de Cantão a China vende; na CIIE, a China compra.

A nona edição em números

  • Pela primeira vez mais de 440 mil m² de exposição, mais de 370 mil para empresas.
  • Mais de 300 empresas da Fortune Global 500 e líderes de setor.
  • Mais de 2.000 expositores estreantes e cerca de 200 presentes nas nove edições.
  • Mais de 480 lançamentos mundiais, na Ásia ou na China, segundo o vice-ministro do Comércio Yan Dong.
  • 69 países e organismos na exposição de países, com Canadá e Sri Lanka como convidados de honra.

A área de agroalimentos cresce nesta edição, segundo a Yicai, e a CCTV informa que um relatório sobre capacidade de exportação para a China será lançado no Fórum de Hongqiao.

Serviços para expositores

Serão 19 áreas de negociação e cerca de 3.900 voluntários, mais de 130 com idiomas como francês, alemão ou espanhol, além de 123 guichês e canais alfandegários dedicados.

Como uma empresa brasileira pode aproveitar

Nossa leitura: para vender alimentos à China, o primeiro filtro é a habilitação sanitária. Um guia de exportação de alimentos publicado em janeiro de 2026 pela Embaixada do México na China lembra que, sem registro válido na alfândega chinesa, não é possível fazer a declaração de importação, e que rotulagem incorreta é uma das principais causas de rejeição; a regra vale para qualquer país exportador.

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