
7 de novembro de 2026. Mais de dez países da América Latina, entre eles o Brasil, participam da 9ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE), em Xangai, segundo a Xinhua. O comércio entre a China e a região somou 2,92 trilhões de iuanes (cerca de 410 bilhões de dólares) de janeiro a agosto de 2026, alta de 14,5 %. A feira vai até terça-feira, 10 de novembro.
O exemplo argentino
A Argentina chegou com 32 exportadoras no pavilhão da PromArgentina, contra 14 em 2025, segundo a Radio Nacional, com vinho, carne, erva-mate, doces, peixe e grãos. O instituto da carne argentina (IPCVA) levou 14 frigoríficos; segundo a Ruralnet, a China recebeu 61 % do volume de carne bovina exportado pelo país de janeiro a setembro e aplica desde 2026 cotas de carne por país, com tarifa extra de 55 % acima delas.
Do outro lado
A Xinhua cita café colombiano em busca de compradores e a tendência "China Haul", com latino-americanos mostrando compras feitas na China. As chegadas a Xangai do Brasil, Argentina, Chile, Peru e Uruguai, isentos de visto, cresceram 50,5 % entre junho de 2025 e maio de 2026.
Nossa leitura
Para exportadores brasileiros, a lição é ir organizado e com documentação pronta; para importadores, comparar fábricas e inspecionar antes do embarque.
- Prepare acesso sanitário e registro com o serviço de exportação para a China.
- Compare fornecedores com a busca de produtos.
- Faça a inspeção de produtos antes do embarque.



